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Prefácio de Monique Jutrin

Tradução de Diogo Paiva

 

86 páginas

 

Benjamin Fondane nasceu na Roménia e mudou-se já adulto para Paris. Viveu também em Buenos Aires, onde foi próximo de Victoria Ocampo, e morreu em Auschwitz. Artista e pensador, encontrou em cada limite, em cada fronteira, «uma tortura e um estímulo». Poeta, crítico, apaixonado pelo teatro e pelo cinema, Fondane foi o mais ousado dos existencialistas, um anarquista metafísico, que afirmava o indivíduo contra essas
grandes abstracções que limitam a liberdade humana — o Estado, a História, a Lei, a Ideia.


«De todos os lados a vida explode, de todos os lados
palavras, gritos, bailes, cascas
e luzes arrastam os seus vestidos de gala
— quem verterá esta noite no gargalo das noites?


Eis que o trabalho escorre das goteiras humanas
as sirenes das fábricas cessaram de agitar o nosso sangue,
liberdade, uma mulher avança diante de nós como uma ilha,
uma ilha flutuante logo devorada pelos nevoeiros
e o barco afasta-se com as suas músicas extravagantes,
de uma solidão para outra há apenas uma rua
uma rua como todas as ruas com homens desgastados,
grávidos de um certo mal antigo que não se perdoa […]»

Benjamin Fondane, Titanic

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