Tradução de Diogo Paiva

 

44 páginas

 

«[S]e nada é mais refinado do que a técnica da propaganda moderna, nada é mais grosseiro do que o conteúdo das suas asserções, que revelam um desprezo absoluto e total pela ver dade. E mesmo pela simples verosimilhança. Desprezo que apenas é igualado pelo das faculdades mentais daqueles a quem se dirige, e que ele implica.»

 

É na prisão, suspeito de ter participado num atentado contra um governador durante a Revolução Russa de 1905, que Alexandre Koyré, muito jovem, se inicia na leitura de Husserl, a cujas aulas mais tarde irá assistir, quando em 1908 parte para a Alemanha. Desentendendo-se com esse filósofo acerca da tese que preparava, vai então para Paris, onde é aluno de Bergson. Combate na Legião Estrangeira durante a Primeira Guerra Mundial e, depois, num regimento russo. Em 1920, regressa a Paris, torna-se cidadão francês e em breve começa a dar aulas num seminário sobre Hegel. Lecciona, em diversos periodos, no Cairo, e durante a Segunda Guerra Mundial fá-lo em Nova Iorque. Morre em Paris aos 71 anos, deixando um legado imprescindível na história da filosofia.

Alexandre Koyré, Reflexões sobre a Mentira

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